AI IOIÔ (Linda Flor) – Musica Henrique Voleger – Letra Marques Porto e Luiz Peixoto,

Ai Ioiô (Linda Flor)

Texto copiado do You Tube:

Escrito por Moacir Silveira

Em 1928 Henrique Vogeler (Henrique Gypson Vogeler, 1988-1944) compôs uma música que logo chamou a atenção pela graça e beleza de sua linha melódica. Compositor, pianista, arranjador e maestro de formação clássica, Vogeler era conhecido e prestigiado no meio musical carioca desde 1910. Filho de alemão, mas nascido no Catumbi, RJ, compunha muito para as Burletas Comédias Musicais e para o Teatro de Revista, além de produzir arranjos e reger orquestras e espetáculos da Praça Tiradentes. Um clássico musical estava nascendo e ele não sabia. A primeira letra foi escrita por Cândico Costa com o título de “Linda Flor”. Considerada rebuscada demais esta letra não emplacou. Algumas fontes sugerem que o próprio compositor não teria ficado satisfeito com o resultado. Talvez por iniciativa do próprio Vogeler, a música foi oferecida a Freire Jr, que escreveu uma nova letra e a rebatizou com o nome de “Meiga Flor”. Embora gravadas por Vicente Celestino e Francisco Alves respectivamente, nem a primeira ou a segunda canção obtiveram sucesso. Mas, ainda em 1928, a pedido de Aracy Cortêz uma nova letra foi elaborada por Marques Porto e Luiz Peixoto, desta feita logrando o mais estrondoso sucesso com uma letra que recebeu o nome de “Ai Yoyô”. Com um fraseado simples, singelo e emotivo, versos fáceis de memorizar a canção logo caiu no gosto popular. Gravada e regravada por nossas grandes cantoras (Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso, Zezé Gonzaga, Elis Regina, Alcione, Maria Bethania, dentre outras) entrou para a história da MPB. Com imagens de Odair José Vídeojornalismo, fotos: IMAGINE fotografias de Blumenau –SC, reveja esta bela canção incluída no disco “Sem Limites”, lançado em 2001 pela Universal Brasil, com a magistral interpretação de Alcione e Maria Bethania:

(Here’s the best of Brazilian music in lyrics and video.)

AI IOIÔ (Linda Flor)
De: Henrique Vogler, Luiz Peixoto, Marques Porto e Cândido Costa

Ai, Ioiô
Eu nasci pra sofrer
Foi olhar pra você
Meu zoinho fechou
E quando o zóio eu abri
Quis grita, quis fugir
Mas você
Eu não sei porque
Você me chamou
Ai, Ioiô
Tenha pena de mim
Meu senhor do Bonfim
Pode inté se zangar
E se ele um dia souber
Que você é que é
O Ioiô de Iaiá
Chorei toda noite, pensei
Nos beijos de amor que te dei
Ioiô, meu benzinho do meu coração
Me leva pra casa, me deixa mais não

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